
Redação ITACER
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Pesquisa, tecnologia e controle: a base da qualidade na Cerâmica Formigari
O que faz um bloco cerâmico suportar décadas de uso sem falhas?
A resposta não está apenas na matéria-prima, mas na integração entre pesquisa, tecnologia e controle de processo.
Na Cerâmica Formigari, em parceria com o ITACER, a qualidade é construída desde a origem, por meio de um modelo produtivo que combina inovação contínua, automação industrial e desenvolvimento técnico aplicado.
Automação e controle em todas as etapas
Hoje, 100% dos processos estratégicos de produção são automatizados, garantindo um alto nível de precisão, repetibilidade e controle ao longo de toda a fabricação.
A presença da robótica industrial em pontos-chave do processo reforça esse padrão.
Robôs atuam tanto na organização dos blocos para entrada nos fornos quanto na paletização antes do carregamento, promovendo:
maior produtividade
padronização dos lotes
segurança operacional
Pesquisa aplicada desde a matéria-prima
Na Cerâmica Formigari, a qualidade começa antes mesmo da produção.
Um trabalho contínuo de pesquisa envolve o estudo detalhado de argilas provenientes de diferentes barreiros estratégicos. Ao longo de anos de análises e testes, foi possível desenvolver uma combinação ideal de matérias-primas, resultando em uma massa com desempenho superior.
Esse processo é complementado por sistemas automatizados de moagem e preparação da argila, que garantem a uniformidade da massa — fator essencial para:
resistência mecânica
estabilidade dimensional
desempenho do produto final
Eficiência energética e sustentabilidade no processo
A inovação também está presente na forma como a energia é utilizada na produção.
A Cerâmica Formigari adotou o uso de cavacos de madeira e paletes reaproveitados como fonte de energia térmica para os fornos, transformando resíduos em insumos produtivos.
Além disso, a empresa passou a adquirir grande parte de sua energia por meio do Mercado Livre de Energia, priorizando fontes renováveis e reforçando seu compromisso com a sustentabilidade.
Outro destaque é o investimento em equipamentos de alta eficiência, como a nova draga tecnológica, que permite uma redução de até 50% no consumo de diesel na preparação da argila.
Qualidade como resultado de um sistema integrado
Todo esse conjunto de práticas — da escolha das matérias-primas à automação dos processos — resulta em blocos cerâmicos com alto padrão de qualidade, resistência e confiabilidade.
Mais do que um produto, trata-se do resultado de um sistema industrial estruturado, baseado em pesquisa, inovação e controle técnico rigoroso.
Indústria, conhecimento e evolução do setor
A parceria entre a Cerâmica Formigari e o ITACER reforça o compromisso com o desenvolvimento do setor da cerâmica vermelha, promovendo a integração entre indústria e conhecimento técnico.
Educar o presente e construir o futuro passa, necessariamente, por investir em tecnologia, qualificação e melhoria contínua dos processos produtivos.
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Cerâmica City se torna a primeira empresa brasileira a conquistar Declarações de Desempenho Ambiental de Produto
A Cerâmica City acaba de alcançar um marco histórico para a indústria cerâmica nacional. A empresa tornou-se a primeira empresa brasileira a conquistar Declarações de Desempenho Ambiental de Produto, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade, a transparência ambiental e a evolução técnica do setor.
A conquista também tem grande significado institucional para o ITACER, uma vez que a Cerâmica City é uma de suas empresas cofundadoras. Ao assumir protagonismo na obtenção das declarações, a empresa evidencia, na prática, os valores que motivaram a criação do instituto: promover conhecimento técnico, fortalecer a qualidade da produção cerâmica e incentivar uma agenda ambiental mais transparente e responsável para o setor.
O reconhecimento ganha ainda mais relevância pela dimensão do resultado: foram 21 dDAPs obtidas de uma só vez. Esse feito posiciona a Cerâmica City em um patamar de destaque no mercado, demonstrando maturidade na gestão de informações ambientais e capacidade de atender a critérios cada vez mais exigentes relacionados ao desempenho ambiental de seus produtos.
As Declarações de Desempenho Ambiental de Produto, também conhecidas como dDAPs, representam uma importante ferramenta para comunicar, de forma estruturada e confiável, os impactos ambientais associados aos produtos. Em um cenário no qual consumidores, especificadores, construtoras e demais agentes da cadeia da construção buscam soluções mais responsáveis, esse tipo de declaração contribui para decisões mais conscientes e alinhadas às práticas de sustentabilidade.
Nesse contexto, o ITACER passa a ser citado não apenas como uma instituição ligada ao desenvolvimento do setor, mas também como parte de uma trajetória construída por empresas comprometidas com inovação, responsabilidade e melhoria contínua. A Cerâmica City, como cofundadora, reafirma sua contribuição para esse movimento ao transformar diretrizes ambientais em resultados concretos e mensuráveis.
Com esse resultado, a Cerâmica City fortalece sua posição como uma empresa comprometida com a transparência ambiental, a inovação no setor cerâmico e a construção de um futuro mais sustentável para toda a cadeia produtiva. Ao mesmo tempo, valoriza a atuação do ITACER como ambiente de articulação, conhecimento e desenvolvimento para o setor cerâmico brasileiro.
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Cerâmica vermelha: tradição, durabilidade e patrimônio que atravessam gerações
A história da cerâmica vermelha no Brasil é marcada por inovação, adaptação técnica e uma relação profunda com o território. Um exemplo emblemático dessa trajetória está em Itu, interior de São Paulo, onde o restauro da antiga Fábrica São Pedro, atual sede do Museu FAMA, revelou a importância das telhas de Marselha para a formação de uma tradição ceramista regional que segue relevante até hoje.1
Segundo reportagem publicada pela Revista da Anicer, o telhado dos oito galpões do complexo industrial, com área de 4.526 m², conserva materiais importados diretamente da França no início do século XX. As telhas e tijolos teriam vindo de Marselha por iniciativa do arquiteto Ramos de Azevedo, tornando-se referência técnica para os ceramistas locais.1
Mais do que elementos construtivos, essas peças ajudaram a consolidar um conhecimento produtivo que transformou a cerâmica vermelha em identidade econômica, técnica e cultural para a região de Itu.
A qualidade da argila local permitiu que os produtores da época reproduzissem as peças francesas, adaptando técnicas europeias às condições brasileiras. O que começou como uma imitação prática acabou contribuindo para o desenvolvimento de um importante ciclo ceramista, especialmente após os ciclos econômicos do café e do açúcar. Esse processo mostra como a cerâmica vermelha se firmou não apenas como material de construção, mas como parte da memória produtiva de uma comunidade.1
O trabalho de preservação da Fábrica São Pedro também evidencia a durabilidade dos produtos cerâmicos. Mesmo após mais de um século de exposição ao tempo, muitas telhas permanecem funcionais e esteticamente preservadas. Durante o restauro, as peças passam por limpeza, imersão em solução adequada, escovação manual e reaproveitamento criterioso, reforçando o valor técnico e histórico do material.1
Aspecto observado | Relevância para a cerâmica vermelha |
Origem das telhas | Demonstra a influência europeia na arquitetura industrial brasileira |
Reprodução local | Mostra a capacidade de adaptação técnica dos ceramistas de Itu |
Durabilidade | Comprova a resistência do material cerâmico ao longo do tempo |
Restauro patrimonial | Reforça o valor cultural, arquitetônico e histórico da cerâmica vermelha |
Reconhecida pelo CONDEPHAAT como Patrimônio Arquitetônico Industrial, a Fábrica São Pedro reafirma o papel da cerâmica na construção da paisagem urbana e da memória industrial paulista. O projeto de restauro, viabilizado por edital de fomento cultural, deve ampliar a vocação do espaço como equipamento cultural, abrigando o acervo do Museu FAMA e parte da coleção do museu “Asas de Um Sonho”.1
Para o setor ceramista, essa história traz uma mensagem importante: a cerâmica vermelha permanece atual porque combina tradição, desempenho, sustentabilidade e identidade regional. Ao resistir ao tempo, preservar edificações históricas e continuar presente em obras contemporâneas, esse material demonstra sua força como solução construtiva e como patrimônio cultural.
No caso de Itu, as telhas de Marselha não apenas cobriram galpões industriais; elas ajudaram a inspirar uma cadeia produtiva, formar conhecimento técnico e fortalecer uma tradição que atravessa gerações. É essa permanência que faz da cerâmica vermelha um símbolo de resistência, qualidade e continuidade para a construção civil brasileira.
Este conteúdo é um resumo editorial elaborado pelo ITACER com base na reportagem “A cerâmica vermelha que desafia o tempo”, de Manu Souza, publicada originalmente pela Revista da Anicer.
1.SOUZA, Manu. A cerâmica vermelha que desafia o tempo. Revista da Anicer, 31 mar. 2026. Disponível em: https://revista.anicer.com.br/a-ceramica-vermelha-que-desafia-o-tempo/. Acesso em: 28 abr. 2026.
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Sistemas Construtivos em Alvenaria: Assista à Palestra Completa da Feicon 2026 no YouTube
A Feicon 2026 foi um grande sucesso, reunindo centenas de profissionais da construção civil em um encontro memorável de conhecimento e inovação. Um dos destaques do evento foi, sem dúvida, a palestra "Sistemas Construtivos em Alvenaria: Passado, Presente e Futuro", conduzida pelo renomado Mestre em Engenharia Civil Alexandre Britez.
Para aqueles que não conseguiram estar presentes no Bloco 8 da Feicon no dia 10 de abril de 2026, temos uma excelente notícia: a palestra completa está agora disponível no canal do YouTube do Itacer.
Um Encontro de Especialistas
A palestra reuniu profissionais de destaque do setor da construção civil, incluindo engenheiros, arquitetos, construtores e gestores de projetos. O objetivo era claro: explorar a evolução dos sistemas construtivos em alvenaria e entender como a tecnologia e a gestão inteligente estão redefinindo o mercado.
Alexandre Britez, palestrante principal, é um dos maiores especialistas do país em tecnologia e gestão na produção de edifícios. Com sua vasta experiência e conhecimento técnico profundo, ele conduziu uma discussão que foi além da teoria, trazendo insights práticos e aplicáveis ao dia a dia dos profissionais da construção civil.
Temas Abordados
Durante a palestra, foram explorados diversos temas fundamentais para o setor:
1. A Evolução Histórica da Alvenaria Cerâmica
A discussão começou com uma jornada pela história da alvenaria, desde as antigas técnicas manuais até os processos modernos de produção. Essa perspectiva histórica é fundamental para entender como chegamos às soluções inovadoras de hoje e para prever as tendências do futuro.
2. Inovações Tecnológicas Atuais
Alexandre Britez apresentou as principais inovações que estão transformando os canteiros de obra. Desde blocos cerâmicos de furo vertical com desempenho superior até sistemas de gestão inteligente da produção, as tecnologias abordadas representam o estado da arte da construção civil.
3. Sustentabilidade e Racionalização
Um ponto crucial da palestra foi a discussão sobre sustentabilidade. A alvenaria cerâmica racional oferece soluções que minimizam desperdício, reduzem impacto ambiental e garantem construções mais eficientes. Esses temas foram explorados em profundidade, mostrando como a inovação e a responsabilidade ambiental caminham juntas.
4. Gestão Inteligente na Produção de Edifícios
A gestão eficiente é o que diferencia os projetos bem-sucedidos dos que enfrentam dificuldades. A palestra abordou estratégias comprovadas de otimização de custos, redução de prazos e garantia de qualidade, mostrando como a tecnologia pode ser um aliado nesse processo.
5. Tendências Futuras do Mercado
Qual será o próximo grande passo na construção civil? A palestra explorou as tendências que devem dominar o setor nos próximos anos, preparando os profissionais para as mudanças que virão.
Para Profissionais da Construção Civil
Se você é engenheiro, arquiteto, construtor ou gestor de projetos, essa palestra é essencial. O conteúdo abordado é de altíssimo nível e oferece insights que você pode aplicar imediatamente nos seus projetos.
Para Aprender com um Especialista
Ter acesso ao conhecimento de um Mestre em Engenharia Civil como Alexandre Britez é uma oportunidade rara. Sua experiência e visão sobre o futuro da construção civil são invaluáveis para qualquer profissional que queira se manter atualizado.
Para Entender o Futuro da Alvenaria Cerâmica
A alvenaria cerâmica é uma das bases da construção civil brasileira. Compreender como ela está evoluindo e quais são as tendências futuras é fundamental para tomar decisões estratégicas nos seus projetos.
Para Networking e Conhecimento Compartilhado
A palestra foi um encontro de profissionais apaixonados por construção civil. Assistir ao vídeo permite que você se conecte com essa comunidade e participe de uma discussão que está transformando o setor.
O Itacer: Educando o Presente, Construindo o Futuro
O Itacer (Instituto Tecnológico de Alvenaria Cerâmica Racional) é o resultado da colaboração entre as 12 maiores e mais respeitadas cerâmicas do estado de São Paulo. A instituição dedica-se a:
•Desenvolver pesquisas e tecnologias inovadoras para alvenaria cerâmica
•Compartilhar conhecimentos técnicos com o setor
•Promover práticas sustentáveis e eficientes
•Capacitar profissionais para o futuro da construção civil
A palestra da Feicon 2026 é um exemplo perfeito dessa missão: reunir especialistas, compartilhar conhecimento e preparar o setor para os desafios e oportunidades do futuro.
Como Assistir à Palestra Completa
A palestra "Sistemas Construtivos em Alvenaria: Passado, Presente e Futuro" está disponível na íntegra no canal do YouTube do Itacer.

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@2025 Itacer. Todos os direitos reservados
Av. Corporação Musical União dos Artistas, 110 - Terras de São José.
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O que faz um bloco cerâmico suportar décadas de uso sem falhas?
A resposta não está apenas na matéria-prima, mas na integração entre pesquisa, tecnologia e controle de processo.
Na Cerâmica Formigari, em parceria com o ITACER, a qualidade é construída desde a origem, por meio de um modelo produtivo que combina inovação contínua, automação industrial e desenvolvimento técnico aplicado.
Automação e controle em todas as etapas
Hoje, 100% dos processos estratégicos de produção são automatizados, garantindo um alto nível de precisão, repetibilidade e controle ao longo de toda a fabricação.
A presença da robótica industrial em pontos-chave do processo reforça esse padrão.
Robôs atuam tanto na organização dos blocos para entrada nos fornos quanto na paletização antes do carregamento, promovendo:
maior produtividade
padronização dos lotes
segurança operacional
Pesquisa aplicada desde a matéria-prima
Na Cerâmica Formigari, a qualidade começa antes mesmo da produção.
Um trabalho contínuo de pesquisa envolve o estudo detalhado de argilas provenientes de diferentes barreiros estratégicos. Ao longo de anos de análises e testes, foi possível desenvolver uma combinação ideal de matérias-primas, resultando em uma massa com desempenho superior.
Esse processo é complementado por sistemas automatizados de moagem e preparação da argila, que garantem a uniformidade da massa — fator essencial para:
resistência mecânica
estabilidade dimensional
desempenho do produto final
Eficiência energética e sustentabilidade no processo
A inovação também está presente na forma como a energia é utilizada na produção.
A Cerâmica Formigari adotou o uso de cavacos de madeira e paletes reaproveitados como fonte de energia térmica para os fornos, transformando resíduos em insumos produtivos.
Além disso, a empresa passou a adquirir grande parte de sua energia por meio do Mercado Livre de Energia, priorizando fontes renováveis e reforçando seu compromisso com a sustentabilidade.
Outro destaque é o investimento em equipamentos de alta eficiência, como a nova draga tecnológica, que permite uma redução de até 50% no consumo de diesel na preparação da argila.
Qualidade como resultado de um sistema integrado
Todo esse conjunto de práticas — da escolha das matérias-primas à automação dos processos — resulta em blocos cerâmicos com alto padrão de qualidade, resistência e confiabilidade.
Mais do que um produto, trata-se do resultado de um sistema industrial estruturado, baseado em pesquisa, inovação e controle técnico rigoroso.
Indústria, conhecimento e evolução do setor
A parceria entre a Cerâmica Formigari e o ITACER reforça o compromisso com o desenvolvimento do setor da cerâmica vermelha, promovendo a integração entre indústria e conhecimento técnico.
Educar o presente e construir o futuro passa, necessariamente, por investir em tecnologia, qualificação e melhoria contínua dos processos produtivos.
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A conquista também tem grande significado institucional para o ITACER, uma vez que a Cerâmica City é uma de suas empresas cofundadoras. Ao assumir protagonismo na obtenção das declarações, a empresa evidencia, na prática, os valores que motivaram a criação do instituto: promover conhecimento técnico, fortalecer a qualidade da produção cerâmica e incentivar uma agenda ambiental mais transparente e responsável para o setor.
O reconhecimento ganha ainda mais relevância pela dimensão do resultado: foram 21 dDAPs obtidas de uma só vez. Esse feito posiciona a Cerâmica City em um patamar de destaque no mercado, demonstrando maturidade na gestão de informações ambientais e capacidade de atender a critérios cada vez mais exigentes relacionados ao desempenho ambiental de seus produtos.
As Declarações de Desempenho Ambiental de Produto, também conhecidas como dDAPs, representam uma importante ferramenta para comunicar, de forma estruturada e confiável, os impactos ambientais associados aos produtos. Em um cenário no qual consumidores, especificadores, construtoras e demais agentes da cadeia da construção buscam soluções mais responsáveis, esse tipo de declaração contribui para decisões mais conscientes e alinhadas às práticas de sustentabilidade.
Nesse contexto, o ITACER passa a ser citado não apenas como uma instituição ligada ao desenvolvimento do setor, mas também como parte de uma trajetória construída por empresas comprometidas com inovação, responsabilidade e melhoria contínua. A Cerâmica City, como cofundadora, reafirma sua contribuição para esse movimento ao transformar diretrizes ambientais em resultados concretos e mensuráveis.
Com esse resultado, a Cerâmica City fortalece sua posição como uma empresa comprometida com a transparência ambiental, a inovação no setor cerâmico e a construção de um futuro mais sustentável para toda a cadeia produtiva. Ao mesmo tempo, valoriza a atuação do ITACER como ambiente de articulação, conhecimento e desenvolvimento para o setor cerâmico brasileiro.
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A história da cerâmica vermelha no Brasil é marcada por inovação, adaptação técnica e uma relação profunda com o território. Um exemplo emblemático dessa trajetória está em Itu, interior de São Paulo, onde o restauro da antiga Fábrica São Pedro, atual sede do Museu FAMA, revelou a importância das telhas de Marselha para a formação de uma tradição ceramista regional que segue relevante até hoje.1
Segundo reportagem publicada pela Revista da Anicer, o telhado dos oito galpões do complexo industrial, com área de 4.526 m², conserva materiais importados diretamente da França no início do século XX. As telhas e tijolos teriam vindo de Marselha por iniciativa do arquiteto Ramos de Azevedo, tornando-se referência técnica para os ceramistas locais.1
Mais do que elementos construtivos, essas peças ajudaram a consolidar um conhecimento produtivo que transformou a cerâmica vermelha em identidade econômica, técnica e cultural para a região de Itu.
A qualidade da argila local permitiu que os produtores da época reproduzissem as peças francesas, adaptando técnicas europeias às condições brasileiras. O que começou como uma imitação prática acabou contribuindo para o desenvolvimento de um importante ciclo ceramista, especialmente após os ciclos econômicos do café e do açúcar. Esse processo mostra como a cerâmica vermelha se firmou não apenas como material de construção, mas como parte da memória produtiva de uma comunidade.1
O trabalho de preservação da Fábrica São Pedro também evidencia a durabilidade dos produtos cerâmicos. Mesmo após mais de um século de exposição ao tempo, muitas telhas permanecem funcionais e esteticamente preservadas. Durante o restauro, as peças passam por limpeza, imersão em solução adequada, escovação manual e reaproveitamento criterioso, reforçando o valor técnico e histórico do material.1
Aspecto observado | Relevância para a cerâmica vermelha |
Origem das telhas | Demonstra a influência europeia na arquitetura industrial brasileira |
Reprodução local | Mostra a capacidade de adaptação técnica dos ceramistas de Itu |
Durabilidade | Comprova a resistência do material cerâmico ao longo do tempo |
Restauro patrimonial | Reforça o valor cultural, arquitetônico e histórico da cerâmica vermelha |
Reconhecida pelo CONDEPHAAT como Patrimônio Arquitetônico Industrial, a Fábrica São Pedro reafirma o papel da cerâmica na construção da paisagem urbana e da memória industrial paulista. O projeto de restauro, viabilizado por edital de fomento cultural, deve ampliar a vocação do espaço como equipamento cultural, abrigando o acervo do Museu FAMA e parte da coleção do museu “Asas de Um Sonho”.1
Para o setor ceramista, essa história traz uma mensagem importante: a cerâmica vermelha permanece atual porque combina tradição, desempenho, sustentabilidade e identidade regional. Ao resistir ao tempo, preservar edificações históricas e continuar presente em obras contemporâneas, esse material demonstra sua força como solução construtiva e como patrimônio cultural.
No caso de Itu, as telhas de Marselha não apenas cobriram galpões industriais; elas ajudaram a inspirar uma cadeia produtiva, formar conhecimento técnico e fortalecer uma tradição que atravessa gerações. É essa permanência que faz da cerâmica vermelha um símbolo de resistência, qualidade e continuidade para a construção civil brasileira.
Este conteúdo é um resumo editorial elaborado pelo ITACER com base na reportagem “A cerâmica vermelha que desafia o tempo”, de Manu Souza, publicada originalmente pela Revista da Anicer.
1.SOUZA, Manu. A cerâmica vermelha que desafia o tempo. Revista da Anicer, 31 mar. 2026. Disponível em: https://revista.anicer.com.br/a-ceramica-vermelha-que-desafia-o-tempo/. Acesso em: 28 abr. 2026.
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O que faz um bloco cerâmico suportar décadas de uso sem falhas?
A resposta não está apenas na matéria-prima, mas na integração entre pesquisa, tecnologia e controle de processo.
Na Cerâmica Formigari, em parceria com o ITACER, a qualidade é construída desde a origem, por meio de um modelo produtivo que combina inovação contínua, automação industrial e desenvolvimento técnico aplicado.
Automação e controle em todas as etapas
Hoje, 100% dos processos estratégicos de produção são automatizados, garantindo um alto nível de precisão, repetibilidade e controle ao longo de toda a fabricação.
A presença da robótica industrial em pontos-chave do processo reforça esse padrão.
Robôs atuam tanto na organização dos blocos para entrada nos fornos quanto na paletização antes do carregamento, promovendo:
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padronização dos lotes
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Pesquisa aplicada desde a matéria-prima
Na Cerâmica Formigari, a qualidade começa antes mesmo da produção.
Um trabalho contínuo de pesquisa envolve o estudo detalhado de argilas provenientes de diferentes barreiros estratégicos. Ao longo de anos de análises e testes, foi possível desenvolver uma combinação ideal de matérias-primas, resultando em uma massa com desempenho superior.
Esse processo é complementado por sistemas automatizados de moagem e preparação da argila, que garantem a uniformidade da massa — fator essencial para:
resistência mecânica
estabilidade dimensional
desempenho do produto final
Eficiência energética e sustentabilidade no processo
A inovação também está presente na forma como a energia é utilizada na produção.
A Cerâmica Formigari adotou o uso de cavacos de madeira e paletes reaproveitados como fonte de energia térmica para os fornos, transformando resíduos em insumos produtivos.
Além disso, a empresa passou a adquirir grande parte de sua energia por meio do Mercado Livre de Energia, priorizando fontes renováveis e reforçando seu compromisso com a sustentabilidade.
Outro destaque é o investimento em equipamentos de alta eficiência, como a nova draga tecnológica, que permite uma redução de até 50% no consumo de diesel na preparação da argila.
Qualidade como resultado de um sistema integrado
Todo esse conjunto de práticas — da escolha das matérias-primas à automação dos processos — resulta em blocos cerâmicos com alto padrão de qualidade, resistência e confiabilidade.
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Indústria, conhecimento e evolução do setor
A parceria entre a Cerâmica Formigari e o ITACER reforça o compromisso com o desenvolvimento do setor da cerâmica vermelha, promovendo a integração entre indústria e conhecimento técnico.
Educar o presente e construir o futuro passa, necessariamente, por investir em tecnologia, qualificação e melhoria contínua dos processos produtivos.
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A conquista também tem grande significado institucional para o ITACER, uma vez que a Cerâmica City é uma de suas empresas cofundadoras. Ao assumir protagonismo na obtenção das declarações, a empresa evidencia, na prática, os valores que motivaram a criação do instituto: promover conhecimento técnico, fortalecer a qualidade da produção cerâmica e incentivar uma agenda ambiental mais transparente e responsável para o setor.
O reconhecimento ganha ainda mais relevância pela dimensão do resultado: foram 21 dDAPs obtidas de uma só vez. Esse feito posiciona a Cerâmica City em um patamar de destaque no mercado, demonstrando maturidade na gestão de informações ambientais e capacidade de atender a critérios cada vez mais exigentes relacionados ao desempenho ambiental de seus produtos.
As Declarações de Desempenho Ambiental de Produto, também conhecidas como dDAPs, representam uma importante ferramenta para comunicar, de forma estruturada e confiável, os impactos ambientais associados aos produtos. Em um cenário no qual consumidores, especificadores, construtoras e demais agentes da cadeia da construção buscam soluções mais responsáveis, esse tipo de declaração contribui para decisões mais conscientes e alinhadas às práticas de sustentabilidade.
Nesse contexto, o ITACER passa a ser citado não apenas como uma instituição ligada ao desenvolvimento do setor, mas também como parte de uma trajetória construída por empresas comprometidas com inovação, responsabilidade e melhoria contínua. A Cerâmica City, como cofundadora, reafirma sua contribuição para esse movimento ao transformar diretrizes ambientais em resultados concretos e mensuráveis.
Com esse resultado, a Cerâmica City fortalece sua posição como uma empresa comprometida com a transparência ambiental, a inovação no setor cerâmico e a construção de um futuro mais sustentável para toda a cadeia produtiva. Ao mesmo tempo, valoriza a atuação do ITACER como ambiente de articulação, conhecimento e desenvolvimento para o setor cerâmico brasileiro.
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Cerâmica vermelha: tradição, durabilidade e patrimônio que atravessam gerações
A história da cerâmica vermelha no Brasil é marcada por inovação, adaptação técnica e uma relação profunda com o território. Um exemplo emblemático dessa trajetória está em Itu, interior de São Paulo, onde o restauro da antiga Fábrica São Pedro, atual sede do Museu FAMA, revelou a importância das telhas de Marselha para a formação de uma tradição ceramista regional que segue relevante até hoje.1
Segundo reportagem publicada pela Revista da Anicer, o telhado dos oito galpões do complexo industrial, com área de 4.526 m², conserva materiais importados diretamente da França no início do século XX. As telhas e tijolos teriam vindo de Marselha por iniciativa do arquiteto Ramos de Azevedo, tornando-se referência técnica para os ceramistas locais.1
Mais do que elementos construtivos, essas peças ajudaram a consolidar um conhecimento produtivo que transformou a cerâmica vermelha em identidade econômica, técnica e cultural para a região de Itu.
A qualidade da argila local permitiu que os produtores da época reproduzissem as peças francesas, adaptando técnicas europeias às condições brasileiras. O que começou como uma imitação prática acabou contribuindo para o desenvolvimento de um importante ciclo ceramista, especialmente após os ciclos econômicos do café e do açúcar. Esse processo mostra como a cerâmica vermelha se firmou não apenas como material de construção, mas como parte da memória produtiva de uma comunidade.1
O trabalho de preservação da Fábrica São Pedro também evidencia a durabilidade dos produtos cerâmicos. Mesmo após mais de um século de exposição ao tempo, muitas telhas permanecem funcionais e esteticamente preservadas. Durante o restauro, as peças passam por limpeza, imersão em solução adequada, escovação manual e reaproveitamento criterioso, reforçando o valor técnico e histórico do material.1
Aspecto observado | Relevância para a cerâmica vermelha |
Origem das telhas | Demonstra a influência europeia na arquitetura industrial brasileira |
Reprodução local | Mostra a capacidade de adaptação técnica dos ceramistas de Itu |
Durabilidade | Comprova a resistência do material cerâmico ao longo do tempo |
Restauro patrimonial | Reforça o valor cultural, arquitetônico e histórico da cerâmica vermelha |
Reconhecida pelo CONDEPHAAT como Patrimônio Arquitetônico Industrial, a Fábrica São Pedro reafirma o papel da cerâmica na construção da paisagem urbana e da memória industrial paulista. O projeto de restauro, viabilizado por edital de fomento cultural, deve ampliar a vocação do espaço como equipamento cultural, abrigando o acervo do Museu FAMA e parte da coleção do museu “Asas de Um Sonho”.1
Para o setor ceramista, essa história traz uma mensagem importante: a cerâmica vermelha permanece atual porque combina tradição, desempenho, sustentabilidade e identidade regional. Ao resistir ao tempo, preservar edificações históricas e continuar presente em obras contemporâneas, esse material demonstra sua força como solução construtiva e como patrimônio cultural.
No caso de Itu, as telhas de Marselha não apenas cobriram galpões industriais; elas ajudaram a inspirar uma cadeia produtiva, formar conhecimento técnico e fortalecer uma tradição que atravessa gerações. É essa permanência que faz da cerâmica vermelha um símbolo de resistência, qualidade e continuidade para a construção civil brasileira.
Este conteúdo é um resumo editorial elaborado pelo ITACER com base na reportagem “A cerâmica vermelha que desafia o tempo”, de Manu Souza, publicada originalmente pela Revista da Anicer.
1.SOUZA, Manu. A cerâmica vermelha que desafia o tempo. Revista da Anicer, 31 mar. 2026. Disponível em: https://revista.anicer.com.br/a-ceramica-vermelha-que-desafia-o-tempo/. Acesso em: 28 abr. 2026.
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A Feicon 2026 foi um grande sucesso, reunindo centenas de profissionais da construção civil em um encontro memorável de conhecimento e inovação. Um dos destaques do evento foi, sem dúvida, a palestra "Sistemas Construtivos em Alvenaria: Passado, Presente e Futuro", conduzida pelo renomado Mestre em Engenharia Civil Alexandre Britez.
Para aqueles que não conseguiram estar presentes no Bloco 8 da Feicon no dia 10 de abril de 2026, temos uma excelente notícia: a palestra completa está agora disponível no canal do YouTube do Itacer.
Um Encontro de Especialistas
A palestra reuniu profissionais de destaque do setor da construção civil, incluindo engenheiros, arquitetos, construtores e gestores de projetos. O objetivo era claro: explorar a evolução dos sistemas construtivos em alvenaria e entender como a tecnologia e a gestão inteligente estão redefinindo o mercado.
Alexandre Britez, palestrante principal, é um dos maiores especialistas do país em tecnologia e gestão na produção de edifícios. Com sua vasta experiência e conhecimento técnico profundo, ele conduziu uma discussão que foi além da teoria, trazendo insights práticos e aplicáveis ao dia a dia dos profissionais da construção civil.
Temas Abordados
Durante a palestra, foram explorados diversos temas fundamentais para o setor:
1. A Evolução Histórica da Alvenaria Cerâmica
A discussão começou com uma jornada pela história da alvenaria, desde as antigas técnicas manuais até os processos modernos de produção. Essa perspectiva histórica é fundamental para entender como chegamos às soluções inovadoras de hoje e para prever as tendências do futuro.
2. Inovações Tecnológicas Atuais
Alexandre Britez apresentou as principais inovações que estão transformando os canteiros de obra. Desde blocos cerâmicos de furo vertical com desempenho superior até sistemas de gestão inteligente da produção, as tecnologias abordadas representam o estado da arte da construção civil.
3. Sustentabilidade e Racionalização
Um ponto crucial da palestra foi a discussão sobre sustentabilidade. A alvenaria cerâmica racional oferece soluções que minimizam desperdício, reduzem impacto ambiental e garantem construções mais eficientes. Esses temas foram explorados em profundidade, mostrando como a inovação e a responsabilidade ambiental caminham juntas.
4. Gestão Inteligente na Produção de Edifícios
A gestão eficiente é o que diferencia os projetos bem-sucedidos dos que enfrentam dificuldades. A palestra abordou estratégias comprovadas de otimização de custos, redução de prazos e garantia de qualidade, mostrando como a tecnologia pode ser um aliado nesse processo.
5. Tendências Futuras do Mercado
Qual será o próximo grande passo na construção civil? A palestra explorou as tendências que devem dominar o setor nos próximos anos, preparando os profissionais para as mudanças que virão.
Para Profissionais da Construção Civil
Se você é engenheiro, arquiteto, construtor ou gestor de projetos, essa palestra é essencial. O conteúdo abordado é de altíssimo nível e oferece insights que você pode aplicar imediatamente nos seus projetos.
Para Aprender com um Especialista
Ter acesso ao conhecimento de um Mestre em Engenharia Civil como Alexandre Britez é uma oportunidade rara. Sua experiência e visão sobre o futuro da construção civil são invaluáveis para qualquer profissional que queira se manter atualizado.
Para Entender o Futuro da Alvenaria Cerâmica
A alvenaria cerâmica é uma das bases da construção civil brasileira. Compreender como ela está evoluindo e quais são as tendências futuras é fundamental para tomar decisões estratégicas nos seus projetos.
Para Networking e Conhecimento Compartilhado
A palestra foi um encontro de profissionais apaixonados por construção civil. Assistir ao vídeo permite que você se conecte com essa comunidade e participe de uma discussão que está transformando o setor.
O Itacer: Educando o Presente, Construindo o Futuro
O Itacer (Instituto Tecnológico de Alvenaria Cerâmica Racional) é o resultado da colaboração entre as 12 maiores e mais respeitadas cerâmicas do estado de São Paulo. A instituição dedica-se a:
•Desenvolver pesquisas e tecnologias inovadoras para alvenaria cerâmica
•Compartilhar conhecimentos técnicos com o setor
•Promover práticas sustentáveis e eficientes
•Capacitar profissionais para o futuro da construção civil
A palestra da Feicon 2026 é um exemplo perfeito dessa missão: reunir especialistas, compartilhar conhecimento e preparar o setor para os desafios e oportunidades do futuro.
Como Assistir à Palestra Completa
A palestra "Sistemas Construtivos em Alvenaria: Passado, Presente e Futuro" está disponível na íntegra no canal do YouTube do Itacer.

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